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Límia Gallump se expressava nas redes sociais através de uma personagem, Dália Regina, a original. Amava todas as novas novidades, tanto bigger, quanto better. Límia Gallump era muito reprimida e suscetível à opinião alheia, já Dália Regina era uma demônia pública e gostava de botânica. Suas mais recentes pesquisas giravam em torno das rosas antropófagicas, plantadas especialmente para esse fim, e da resistência das dálias alcoólatras ao vento sudoeste. A palavra surpreendia Límia, mesmo quando estava preparada como Dália. O que te anima é a diferença. O que te diferencia é o que te anima. Suburbano convicto. New radicals don’t let it go. Sistema negro. Consciência humana.

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quando fotografo engulo ar minha pele faz fotossíntese basta um instante é possível ser viável me revolta a doença e a morte, mas não adianta de nada quando uma árvore toca o vento existe um movimento todo dia se nasce, se morre, se vive ler alberto caieiro até parar pra pensar o outono atabaques tocavam na porta do nascimento escreveu 30K como quem foge desejava acima de tudo a força do vácuo
pra tudo quanto é lado é uma porrada de gente querendo ser compreendida ao mesmo tempo que não tá nem um pouco afim de gastar o tempo necessário pra compreender ninguém, nem mesmo alguém que se acha importante demais pra ser visto, percebido por você, que já tá de saco suficientemente cheio de não ser compreendido por ninguém e por isso precisa antes de mais nada que te compreendam e é isso aí e foda-se porque só aí, eu vou poder te olhar. ter tempo de te olhar. você aí seu babaca, pode olhar pra mim agora. a ordem da compreensão é minha. o mundo é cão. e vai te dizer: quem é você? aí você vai renascer. esquece o cara que tava falando com você. senta. respira. fuma até um cigarro. fuma dois. e vai perceber que a parada que mais quer evitar no mundo é a rigidez e o medo. o medo do caralho que enfeia as vidas, as veias e as pessoas. o medo que machuca muita gente de morte. quero um tombo bem dado e sangrante. que doa de viver. que machuque de tesão. ...